Atender as mulheres mais velhas

As mulheres mais velhas é diferente, eles podem entender como é difícil encontrar um bom e encontrar a alma gêmea. Assim, quando eles encontram um cara que eles gostam, eles vão tentar ser um bom e construir esse relacionamento. Além disso, as mulheres mais velhas são muitas vezes mais carinhoso e atencioso. Biologia justifica relacionamento de mulher mais velha com parceiro mais novo Márcia Abos, especial para O Globo Online, , e 27/10/2006 - 00:00 / Atualizado em 10/04/2012 - 02:16 Homens mais novos nao podem se casar com mulheres mais velhas…só que o contrario pode neh…por isso é que ta cheio de velho atras das novinhas, se bem que sempre gostei de homem mais velho…so que ultimamente ando pensando assim: Só gosto de mulheres mais velhas. ... e estimular o potencial do seu companheiro e pode também ir de encontro com as necessidades emocionais que alguém mais jovem não conseguiria atender. Em seguida muitos perguntam: “E o que ELA busca ao se relacionar com um homem mais novo?” Primeiro devemos lembrar que uma mulher de 30, 40, 50 anos ... Não há dúvida de que as mulheres mais velhas são sexy, como já dissemos no top 10 razões pelas quais alguns homens preferem mulheres mais velhas. No entanto, nesta seleção apresentamos as 10 razões pelas quais mulheres mais jovens são melhores na cama. Claro que toda regra tem sua exceção e não queremos generalizar em […] 'Acho que é importante que mulheres mais velhas estejam falando desses temas. Porque é nosso lugar de fala, é o que estamos vivendo. A velhice não pode ser dita no singular. 6 Maneiras para atender as mulheres que realmente funcionam A única vida pode ser frustrante. Claro, existem pessoas que gostam e realmente preferem ser solto, mas para aqueles que preferem estar em um relação há uma série de obstáculos que podem impedi-lo de encontrar alguém com quem você se sinta uma conexão. Pelo q eu percebo, a mente da mulher que manda. Conheço pessoalmente várias mulheres de 30 que a cabeça eh de adolescente, sem exagero. Mas mtas das mais velhas carregam uma segurança maior em si mesmas, um tipo de independência emocional, do que as mais novas, e isso eh atraente pra qualquer pessoa Mulheres mais velhas têm muito menos propensão à traição que as mais novas. “Descobri da pior forma possível, que minha ex-esposa, mais nova que eu, estava mantendo uma relação extraconjugal com um aluno de seu trabalho. Fertilização in vitro para mulheres mais velhas (maduras) Contato: [email protected] (11) 3885-4333 Após esta leitura, leia também: 1. Por que a fertilização in vitro pode falhar2. “Amazenamento” de embriões3. Os tratamentos de fertilização in vitro4. Fertilização in vitro em mulheres maduras5. Fertilização em mulheres com FSH elevado6.

Sou babaca por não querer reaproximação com o afilhado da minha mãe?

2020.05.27 21:17 vidfds Sou babaca por não querer reaproximação com o afilhado da minha mãe?

Olá Luba, editores, papelões assassinados, possível convidado e pessoas que estão assistindo.
Então essa é minha primeira vez aqui, e realmente fiquei com muita vergonha de contar isso para alguém pois as únicas pessoas que sabem são os responsáveis que "resolveram" toda situação ( sendo eles minha mãe e a mãe da outra pessoa ).
PARTE 1
Minha mãe precisava fazer uma viagem de trabalho para o Rio de Janeiro e para São Paulo por isso eu ficaria na casa de uma amiga de tempos dela, e que para falar a verdade eu não conhecia tão bem, enfim eu deveria ficar em sua casa por cerca de dois meses; na primeira semana tudo corria bem, não me sentia sozinha por ter o filho dessa amiga da minha mãe para brincar ( na época ele já era afilhado da minha mãe ).
Depois da primeira semana, mesmo sendo muito nova comecei a perceber um comportamento diferente do mais novo ( eu tinha sete e ele era mais novo que eu alguns meses ), as brincadeiras, o modo de falar, a forma como ele me tratava diferente quando estávamos sozinhos, então ele começou a me obrigar a assistir com ele pornografia, começou a trancar a porta do quarto quando nós entrávamos nele, queria entrar no banheiro quando eu ia, isso tudo sem sua mãe perceber, uma vez ele até me obrigou a tirar a roupa, mesmo eu falando que não queria ele continuou me obrigando e falou que se eu não fizesse o que o mesmo mandava ele iria contar para minha mãe coisas ao qual não eram verdade. Era de noite e eu e ele estávamos vendo os famigerados vídeos que ele colocava, até que sua irmã mais velha entra no quarto e pega o notebook, então vê e logo conta para mãe, por um momento chegaram a pensar que era vírus ou propagandas de lojas que vendiam "essas coisas", mas preferiram esperar minha mãe chegar; dias depois minha mãe chega e trás consigo vários presentes para mim e também para ele, até que sua amiga chama ela para conversar e junto com ela eu, seu filho que então ficou na sala, começou a abaixar o som do filme que passava na tv para tentar ouvir algo mas sua mãe o repreendeu e ele logo "voltou" a assistir, Luba não me lembro certamente o que elas me perguntaram mas ao em vez de me sentir mais livre e limpa eu me senti pior ao ver minha mãe e a mãe dele me julgarem, mesmo que também tivessem o acusado de não fazer o certo e me escutar, minha mãe então falou que eu não deveria mais ficar alí e me levou embora, eu chorei, chorei bastante, por me sentir mais culpada quando eu era a vítima, então eu fui para casa de minha madrinha e minha mãe voltou para São Paulo ( já na casa da minha madrinha ouve um outro acidente, mas esse eu posso contar outra vez ).
PARTE 2
No mesmo ano, depois de alguns meses ( o acontecido que contei mais acima foi no começo do ano, "agora" já estávamos no final ) eu voltei lá, dessa vez fui só passar a tarde enquanto minha mãe conversava, eu e ele ficamos no quarto mas com a porta bem aberta e minha mãe e a dele ficaram na sala de jantar ao lado; estávamos quietos, não tinha nada para ser discutido até que ele que estava arrumando uma gaveta em seu guarda-roupas fala: "se você é mulher de verdade vem aqui" e apontou para o meio do quarto, eu que estava na porta fui rapidamente até o meio sem nada falar até ver ele levantar e vir em minha direção, mas tudo o que foi ouvido foi o som de sua mão batendo contra meu rosto, sim ele me bateu. O soco foi tão forte que logo começou a sangrar e muito, minha blusa antes limpa agora estava coberta de sangue, minha mãe que já desconfiava do silêncio veio ao quarto na hora e viu, por acaso ou sorte ele morava em frente/ ao lado ( não sei explicar detalhadamente ) do hospital então minha mãe não demorou a nós atravessar e ir correndo em direção a enfermaria, quando cheguei lá um médico ( que não aparentava ser muito velho ) veio me atender, nessa hora o sangue já se espalhava pelo chão, e não é mentira, ele ( o médico ) me examinou, e disse que mesmo para uma criança o soco tinha sido muito forte e acertado uma veia importante do nariz ( por isso de sangrar tanto ), ele então passou os remédios e disse para ficar em observação, falou que possívelmente eu uma hora ou outra teria problemas respiratórios, e eu nessa época também já tinha bronquite asmática, sinusite e rinite alérgica. Minha mãe e a mãe dele o repreenderam e o puseram de castigo por um tempo, mas não acho que foi o suficiente.
PARTE 3
Alguns anos depois ( eu já deveria estar com nove anos ) nós ( eu, ele e uns outros amigos em comum ) estavamos brincando até que ele para me provocar fala: "eu sei que você não consegue, já até te bati" e riu, eu mesmo sendo tão nova entendi o quão o que ele falava era errado, mas ele não parou e continuou falando sobre sua força e o quão ele era melhor que eu e que eu era uma fracote por ser menina, e mesmo eu com uma imensa vontade de chorar me policiei para que pudesse rebater e não o deixar sair se achando certo, mas aquilo ainda me doeu muito.
PARTE 4
Nós nos víamos as vezes quando preciso, mas eu não me sentia confortável perto dele, mesmo depois de sua mãe ter assumido a responsabilidade de todas as ações causadas pelo rebelde filho, mas ele não parava e ainda sim continuava com suas atitudes infantis e me provocava a todo custo soltando piadas toda vez que podia, até as vezes que não podia, até porque ele não deveria.
A pergunta é se eu sou babaca por não o dar uma outra chance ou se eu estou sendo egoísta comigo mesma a não lembrar da dor que tudo isso me causou?
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2019.09.18 18:49 rolinhoprimavera Eu sinto falta da minha ex

A gente se conheceu do jeito mais clichê que existe. Eu morava em São Vicente e meu irmão, que fazia faculdade em Minas Gerais, veio passar o fim de ano em casa. Ele trouxe alguns amigos e a Laura veio junto. Mais velha, tava terminando a faculdade, extremamente bonita e sexy, falava de um jeito que me fazia tremer as pernas. Eu era um moleque de 15 anos no ensino médio e me convenci que ela era o amor da minha vida.
Eu sei lá como, mas ela me deu bola. Ela voltou pra Minas e eu terminei a escola. Três anos nos vendo sempre que dava. Minha mãe achava loucura uma mulher mais velha olhar pra uma criança como eu. Meu pai achava bonitinho. Meu irmão dava a maior força e aproveitava pra vir pra casa ver todo mundo. Prestei pra faculdade na cidade em que ela tava e como se alguma divindade estivesse me olhando, passei de primeira. Eu refiz todos os meus planos, bati de frente com meu pai e fui. Ela me recebeu com um lança confete (literalmente). Meu irmão fez festa porque a melhor amiga agora era uma irmã pra ele.
Ficamos oito anos juntos de todos os jeitos possíveis. A distância, na mesma casa, de norte a sul no Brasil, em dois países da América do Sul. Fomos morar juntos, escolhemos os nomes dos filhos, eu a pedi em casamento, a gente pintou a casa inteira, fiz uma hortinha na varanda pra ela e adotamos um gato na feirinha de adoção do bairro.
Então... ela cansou. Ela acordou diferente, nunca esqueci. Não me deu o beijo de bom dia, não trouxe o café na xícara que a gente comprou em Paraty. Disse pra mim que me amava, mas que era muito maior que um apartamento em São Paulo. Se sentia presa, queria voar. Eu lembro de ter sentado no chão sem reação. Foi embora e deixou as roupas pra trás. Chorou ao dar tchau pra nosso gato. E em duas horas, eu fiquei sozinho num apartamento enorme com um gato, uma horta e todas as coisas dela. Sem ela.
Ela parou de me atender. Os amigos não me falavam onde ela estava, a família mais perdida que eu. Ninguém entendia o que tinha acontecido, mas todo mundo parecia saber de algo que eu não fazia ideia do que era. Eu parei de tentar quando a minha mãe invadiu meu apartamento (depois que eu parei de atender as ligações) e me encontrou deitado no chão num mar de embalagem de delivery e lixo. Chorando. Meu pai ficou sabendo e me chamou de fraco. Nunca mais falamos sobre isso.
Perdi o emprego logo em seguida. Aluguei o apartamento pra pagar o financiamento e voltei pra casa dos meus pais. Sofri um acidente e machuquei as costas, fiquei seis meses sem andar e tive que refazer toda a minha vida. Meu carro deu PT, o seguro tinha vencido e o cara que bateu no meu carro se recusou a pagar e desapareceu. Paguei tudo com o que eu não tinha. Engordei, meus amigos sumiram, viciei em analgésico e conheci minha atual namorada na fisioterapia. Ela sabe sobre a minha ex e colocou de volta o porta retrato de nós dois na parede do meu quarto. Eu a admiro muito. As coisas estão começando a melhorar.
Ja a minha ex, eu evito perguntar e procurar sobre. Ela reativou as redes sociais e durante uma rolagem de feed nessa semana, vi uma foto dela.
Tá no Japão. Foto sorrindo na frente de um prédio de alguma produtora de anime. Meu anel de noivado no dedo. Tatuagem com a minha inicial no pulso que não estava lá quando ela foi embora.
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2019.05.11 17:35 SpewZin Minha (ex) namorada me bloqueou antes de eu terminar o namoro

Estamos/estavamos juntos há 2.7 anos, ela (28) é um ano mais velha que eu (27), sempre tivemos brigas por bobeiras, nunca uma coisa muito séria, e após as brigas ela não parecia se importar muito, do tipo se eu não mandar msg ela não manda e tal... Por diversas vezes conversamos pra acertar as coisas mas isso sempre se repete...enfim, a ultima briga foi por causa de um amigo gay em comum nosso, que era amigo de infância dela e pararam de conversar por uma briga infantil demais. No domingo ele nos chamou pra ir num churrasco na casa dele e eu encaminhei o áudio pra ela, pronto, sobrou pra mim, mais uma briga...ficamos uma semana sem conversar, e na quinta eu chamei ela pra resolver a situação, ela disse que não dava que ia tá ocupada. Na sexta eu mudei minha foto, que era nos dois, e removi a descrição do WhatsApp. Na mesma hora ela me manda uma msg dizendo que já entendeu o que significa e que não precisamos mais conversar, e me bloqueou.
O fato é que ela não atende ligação, não responde SMS e ainda tô bloqueado. Mandei vários sms dizendo que quero conversar pessoalmente pra terminar direito, olho no olho, mas tá difícil. Já recebi msg da família toda dela perguntando se terminamos, e pelo que eu entendi ela tá falando como se eu tivesse terminado por WhatsApp. Eu gosto dela pra caramba, é a mulher mais linda que eu já beijei e sempre vi futuro em nós, mas do jeito que tava não dava mais mesmo. O que eu faço agora?
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2019.02.22 21:29 13FHY Tobby whity

Era uma tarde de verão os raios de sol entravam pela janela enquanto minha mãe fazia sanduíches na cozinha até que ouvimos uma batida na porta eu me levanto correndo pensando que seria meu pai...mas não,nao era ele...quem estava ali era um homem alto de terno ele tinha um sorriso largo no rosto e me olhava carinhosamente depois de longos minutos minha mãe apareceu atrás de mim olhando para o homem
"Quem é você?" Minha mãe falava com uma expressão confusa e ao mesmo tempo seria
"Sou um amigo do seu marido" minha mãe pareceu confusa mas acentiu deixando o homem entrar eu segui os dois até a sala olhando o homem se sentar na poltrona do meu pai com a perna cruzada sorrindo para minha mãe que logo fez menção de retribuir
"Qual seu nome pequeno?" Eu despertei de meus devaneios e encarei o homem a minha frente
"S-sou o Lucas" o homem sorriu e inclinou-se com a cabeça na sua mão
"Sou Diana e você?" Minha mãe tentava disfarçar a desconfiança em sua voz mas eu sabia que ela estava desconfiada daquele estranho amigo do meu pai
"Sou o tobby whity" minha mãe concorda novamente até que ouvimos um barulho na porta minha mãe se apressa em atender e meu pai entra na sala estava ofegante e com as roupas meias desajeitadas que o normal
"Acho melhor você subir pequeno Lucas" o homem falou me olhando...Eu olho para meus pais e meu pai concorda com a cabeça eu levanto e vou para o meu quarto confuso fechando a porta atrás de mim fiquei horas e horas sentado na cama entediado
"F-filho desc-ça por favor" meu pai guaguejou lá de baixo era estranho o que tinha acontecido para ele ficar daquele Jeito. desci as escadas correndo encontrando minha mãe com a expressão de medo e meu pai com algumas lágrimas nos olhos aquele homem continuava com o sorriso
"O tobby vai ficar por um tempo com a gente trate ele bem" não entendi muito bem mas concordei com a cabeça tobby que estava ao lado dos meus pais veio até mim pondo as suas mãos nos meus ombros
"Espero que sejamos amigos pequeno" tobby fala
"S-sim" aquilo tudo estava me assustando muito mas decidi ficar quieto e obedecer tudo.
(1991)
Estava no sofá lendo um livro que tinha ganhado de presente do tobby ele era legal comigo comprava doces e me levava para todos os lugares que meus pais não deixavam
"Você gostou mesmo deste livro não é" eu olho para ele que estava sentado à minha frente. Eu abaixo meu livro e respondo sua pergunta
"Acho que sim" sorrio meio sem jeito agora olhando o livro
"Ele fala sobre o que"
"Ahn....sobre o amor de dois jovens" ele sorri se levantando e vindo em minha direção logo se sentando do meu lado com a umas de suas mãos atrás da minha cabeça e a outra ficou na minha coxa alisando ela lentamente
"Não...mas foi uma ótima resposta...vou te dizer o que e o amor" ele fez uma breve pausa mas logo começou a falar novamente
"O amor e quando você ama tanto uma pessoa que quer fuder com ela de qualquer jeito e morreria se não fizesse...isso é o amor" eu estava paralisado queria empurra-lo e sair correndo o mais rápido e me trancar no meu quarto mas eu não me mexia meu corpo não obedecia meus comandos
"Você ama alguém assim" Ele sussurra perto do meu ouvido me fazendo arrepiar. Eu balanço a cabeça negando enquanto ele continuava com suas mãos na minha coxa mas agora apertava um pouco mais elas
"E-eu quer-ro ir embora" estava tremendo sentia as lágrimas descerem pelo meu rosto sinto o sorriso de tobby aumentar e assim Ele beija minha bochecha molhada pelas lágrimas
"Somos amigos não somos...confie em mim" ele agora escorregou sua mão pela minha cintura apertando firmemente e com a outra pegou meu queixo e virou meu rosto de encontro ao seu assim me beijando. Senti sua língua na minha senti seu gosto se misturar com o meu. Eu tentava empurra-lo mas suas mãos forçavam minha nuca a aprofundar o beijo....depois de longos minutos ele me solta deixando uma fina camada de saliva eu o olhava apavorado enquanto ele sorria
"Esse foi seu primeiro beijo" eu me sentia enjoado queria soca-lo e fugir e nunca encontrá-lo novamente queria correr para os braços dos Meus pais e contar tudo mas também algo martelava em minha mente como eles iriam reagir com nojo por seu único filho beijar outro homem eles iriam me odiar ou iriam me apoiar
"Tsc você não pode contar isso para ninguém vai ser nosso segredo" eu engulo em seco e concordo com a cabeça ele chega mais perto
"Eu vou ir no seu quarto hoje a noite deixe a porta aberta" ele sussurra saindo e me soltando me deixando sozinho...Eu limpo as lágrimas e tento me acalmar
(20:30)
Tinha acabado de comer estava deitado na minha cama com os olhos arregalados olhando a porta a escuridão tomava conta do corredor me deixando mais assustado.
Me viro paro o lado tentando não olhar muito para o corredor...Estava quase pegando no sono quando sinto a cama ao meu lado afundar e mãos tocarem minha pele por debaixo da camisa sinto a respiração no meu pescoço e o medo começar a florescer dentro de mim pelo que vinha a seguir. Minhas calças estavam sendo tiradas junto com minha cueca e assim me virando afundo minha cabeça no travesseiro enquanto sinto lágrimas molharem ele sinto a pessoa se deitar sobre mim e começar a beijar minhas costas e dar fortes mordidas eu já não aguentava segurar o grito então ele põe uma fita em minha boca e também amarrando minhas mãos nas madeiras da cama. Ele levanta meu quadril batendo fortemente em uma de minhas nadegas eu chorei mais meus cabelos grudavam no meu rosto e logo depois senti uma dor insuportável nas minhas partes íntimas eu tentava a todo custo me desprender das amarras mas era inútil a dor só aumentava enquanto eu me mexia para tentar escapar. Minhas pernas que antes estavam levantadas agora escorregavam pelo colchão mas mãos seguraram minha cintura me levantando novamente a posição atual só que agora me movimentando para frente e para trás fazendo a cama ranger e bater na parede eu esperava que meus pais ouvissem e viessem me socorrer....mas nada aconteceu ele continuou com isso em diferentes posições e quando tudo acabou estava cheio de marcas meu corpo todo doia minha cabeça doia e senti alguém bater forte em minhas coxas eu levanto num pulo
"Levante precisa tomar um café" ele estava com uma camisa branca e calças pretas sorrindo abertamente eu novamente me senti enjoado lembrando das cenas minutos atrás
"Ou você quer ficar aqui na cama e maratonar comigo" ele se aproximou com um sorriso malicioso no rosto eu rapidamente me levantei e pedi para ele sair enquanto iria trocar de roupa....ele obedece enquanto eu visto minhas roupas tentando ao máximo não parecer machucado ou assustado.
Desço as escadas encontrando meus pais e tobby sentados mas tinha algo estranho tobby estava sentado na poltrona do papai junto com ele minha mãe servia café sorrindo abertamente e meu pai no sofá ao lado cabisbaixo
"P-papai" eu guaguejei todos olhavam para mim fui andando ignorando a dor que estava me incomodando e parei em sua frente
"Filho t-tudo bem" Eu sabia que ele estava forçando um sorriso mas eu deixei de lado e acenti olhei novamente para minha mãe e seus olhos estavam inchados e vermelhos mas continuava sorrindo....tobby me olhava de cima abaixo minha mãe percebeu e entrou na sua frente fazendo ele olhar diretamente para ela
"Quer mais café" ela fala ainda com o sorriso no rosto meu pai pega na minha mão e sussurra para ir brincar com as outras crianças eu concordo saindo indo até a casa da frente onde tinha uma garota mais velha que eu chego lá e bato na porta sua mãe abre estava estranha olhos vermelhos e suas bochechas estavam vermelhas
"O-oi Paulo....o que f-faz aqui"
"Vim...brincar com a rose"
"Rose...ah ela está mal"
"Tudo bem" Eu abaixo minha cabeça e volto para casa mas até que vejo o vizinho do lado estava saindo de sua casa seu braço enfaixado junto com seu olho roxo ele me olha e da um leve sorriso
"Filho vem vamos sair" minha mãe com meu pai saindo às pressas da casa ela me pega pela mão e me guiando até o carro eles me levaram para o shopping e ficamos comendo e passeando por todo lugar voltamos de noite para casa minha mãe me mandou ir direto para o quarto e não sair até Amanhecer...Eu achei estranho mas obedeci tobby não foi essa noite o que me tranquilizou mas logo escutei uns barulhos e vozes vindo de lá debaixo.... eu lembro que minha mãe me disse para não sair mas a curiosidade era maior então eu desço as escadas silenciosamente mas paro em um dos degraus meus pais estavam em volta e tinha mais os vizinhos tobby estava amarrado em uma cadeira sorrindo
"Chegou a sua hora desgraçado" o vizinho da casa ao lado falava enquanto olhava com raiva para tobby
"Vamos te matar você desgraçou demais nossas vidas" Rose a vizinha da frente de minha casa falava
"Queime no inferno filha da puta" meu pai falava bem em frente ao rosto de tobby depois se afastou tirando uma arma da cintura e apontando na cabeça dele enquanto sorria
"Você vai queimar no inferno quando eu vim te buscar junto com a vadia de sua mulher"
"Cala a boca seu merda" meu pai cuspia as palavras mas tobby não parou
"E sabe o que vou fazer com seu filho vou fuder de novo ele até não conseguir mais andar" eu estremeci os vizinhos olhavam apavorados e com nojo ao mesmo tempo meu pai apertou o gatilho...o som alto fez eu tampar meus ouvidos mas logo tiro eles quando ouço a risada de tobby ele levanta a cabeça e um líquido preto saia de sua testa mas logo em seguida uma dor de cabeça forte me atingiu e da minha testa saiu um pouco de sangue
"Que merda e isso" o outro vizinho falava minha mãe grita para a vizinha pegar um galão de gasolina e ela obedece e volta correndo derramando em tobby meu pai pega o fosforo e acende tocando no corpo de tobby...ele não se mexia nem gritava até que seus olhos encontram o meu e seu sorriso se alarga mais eu corro novamente para o quarto só que desta vez suava parecia que estava queimando por dentro consegui dormir mas com muita dificuldade minha mãe me acordou chacoalhando ela estava com a expressão preocupada
"O que" perguntei ofegante aquela queimação não parava minhas bochechas ardiam
"Esta com febre" ela me pegou e entrou no carro pude ver uma parte do chão preto na sala efeito da noite de ontem minha mãe acelerou e conseguimos chegar no hospital a tempo o médico me examinou e receitou um remédio e repouso
"Mamãe vai ir pra casa por um segundo e já volta ta" ela falou beijando minha testa e logo cobrindo com o pano molhado eu aceno com a cabeça e ela fecha a porta atras dela....Eu fiquei esperando por horas ela voltar mas nunca a vizinha veio me buscar já era 20:30 ela tinha me deixado lá as 7 da manhã
"Olha ela deve ta trabalhando muito e não teve tempo" a vizinha tentava me confortar mas eu ficava mais apreensivo chegando na minha casa corri e abri a porta cai no chão naquele exato momento cabeça do meu pai e minha mãe penduradas seus corpos estavam na mesa com os órgãos para fora as paredes sujas de sangue e palavras escritas em sangue
"Estou dentro de você pequeno"
A vizinha liga para a polícia imediatamente enquanto outros vizinhos tentam me confortar a polícia prometeu achar o assassino o caso foi noticiado nas mídias e algumas falavam mentiras sobre drogas e outras coisas fui morar com minha tia depois disso e agora com 13 anos estudo em uma escola particular tecnicamente vivo feliz mas aquilo sempre irá me encomodar principalmente agora que estou sozinho em casa e tem um homem na esquina olhando minha casa.
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